Abra alguns livros de auto-ajuda, assista a uma palestra motivacional e você ouvirá sobre os poderes maravilhosos que possui e as mirabolantes proezas de que é capaz. É verdade que você tem de acreditar em si mesmo para ser bem-sucedido. Neste sentido, as mensagens de incentivo são úteis.
Mas cuidado com esses processos que exaltam suas habilidades sem conhecê-las. O que importa é conhecer-se de fato, com seus talentos e seus limites, para ter um ponto de partida na realidade.
Não tente se convencer de que você é o Super-Homem ou a Mulher Maravilha. Ao tentar ser o melhor em tudo, você corre o risco de perder a confiança ao ter um desempenho mediano nas áreas em que não se sobressai. O fracasso se tornará a sua criptonita, e o poder da sua autoconfiança desaparecerá.
Não existe nada mais libertador do que a verdade. Como sou? Quais são as áreas em que me destaco? E aquelas em que tenho dificuldade? O que me dá prazer? Onde é que me sinto infeliz? Não se trata de constatar isso para acomodar-se na situação, mas sim no que você deseja de fato desenvolver.
A melhor autoconfiança é baseada em uma avaliação realista de todas as nossas habilidades. Só essa avaliação será capaz de iluminar os caminhos para a realização de nossos sonhos.
Confiança, combinada com uma auto-avaliação real, poderá produzir um aumento na satisfação de vida.
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